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João Vasconcelos Costa
Espaço de conversa de um epicurista ou, pretensiosamente, a sabedoria (?) de/dos 60s. Açoriano, muitos anos investigador científico, depois professor universitário, passando por diretor de uma instituição de investigação e ensino, tudo isto com algum trabalho feito de estudo da educação superior. Hoje, novamente com responsabilidades de direção universitária. Albergando aqui a perplexidade angustiada da falta de perspetivas de concretização de ideais nunca realizados. Também, mais prosaicamente, o gosto de bem comer.
 

Natural de Ponta Delgada, 1944, açoriano como são os que há muito vivem fora da terra, prestando honras frequentes à "açorianidade". Pai de três filhos e avô de quatro netos.

Licenciado, doutor e agregado em Medicina (Microbiologia).

Dirigente associativo estudantil nos anos sessenta, presidente da Pró-Associação de Medicina de Lisboa e membro do secretariado da Reunião Inter-Associações (RIA).

Médico naval em Angola (1970-72), com experiência em medicina tropical e ganho de um gosto muito especial por África. Nesse período, assistente da Faculdade de Medicina de Luanda. Nem imaginava o que haveria de o ligar depois a Angola.

Postdoc no Institut Suisse de Recherches Expérimentales sur le Cancer, Lausanne. Uma experiência em tempo certo para compreensão de outro panorama científico e universitário.

Ex-investigador sénior e director do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto Gulbenkian de Ciência, até à reconversão do institutto, em 1997. Fez parte da primeira geração portuguesa de biólogos moleculares.

De 1996 a 2002, professor catedrático convidado do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT).

De 1997 a 2000, director do IHMT, com aquisição de experiência em gestão universitária e em cooperação internacional na área da saúde. Uma história complexa, de realizações e de frustrações, que se contará um dia, porque bem elucidativa de como a cultura universitária estabelecida pode abortar qualquer reforma.

A concretizar muitos anos de informação e reflexão e com a experiência do IHMT e da UNL, escreveu o livro "A universidade no seu labirinto". Como "e-books", neste sítio, "Olhando para a Universidade - I" (2006) e "Olhando para a Universidade - II (2007). Também muitos artigos sobre política da educação superior.

Semi-reformado mas não inactivo, é professor catedrático da Universidade Lusófona. Empenhado no projecto de criação de um novo curso de medicina, inovador, é agora director da Faculdade de Ciências Biomédicas e Pró-reitor para o desenvolvimento insttucional.

Ex-consultor do Governo Regional dos Açores para a ciência e tecnologia e ex-consultor da Universidade da Madeira, para além de consultorias dispersas e de muitas intervenções sobre política da educação superior.

Grande oficial da Ordem do Mérito.

Com outros gostos na vida, um livro sobre gastronomia, "O gosto de bem comer" (2005) e outro de receitas, "Livro de receitas - I" (2012).

Também um outro livro, de memória de infância, mas não publicado a não ser como "e-book": "O mastro das alminhas".

Uma máxima de que gosta de ter presente: Humani nihil a me alienum puto (nada do que é humano me é alheio).

Os lemas

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Os padroeiros

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